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Pau D`arco


Ipê -Ipeuva - Ipê-tabaco - Mãe-liana. Tecoma conspicua. É empregado como adstringente, sendo utilizado contra estomatites e úlceras da garganta, de origem sifilítica. O que usar: cascas. DESCRIÇÃO: Os Ipês (como são chamados no sul do Brasil) ou Paus de arco (como no norte brasileiro são denominados), são belas árvores pertencentes à família das Bignoniáceas, Leguminosas-cesalpináceas e Borragináceas que, em determinada estação do ano, se cobrem de flores de cor amarela, branca ou roxa. Nessa fase, apresentam uma interessante característica: em todo o conjunto floral não é possível encontrar uma única folha. Entre as espécies mais conhecidas destacam-se: v Ipê-Roxo (tecoma impetiginosa), também designado por pau de arco roxo, ipê-preto, ipê-uva, ipê escuro, ipê longo e ipê-pionga, pertence à família das Bignoniáceas, com grandes flores rosadas dispostas em panículas em forma de umbela e com frutos capsulares compridos; v Ipê-Branco(paragonula americana), pertence à família das Borragináceas, sendo uma árvore com largo uso em carpintaria; v Ipê-Amarelo (tecoma pulcherrima), pertence à família das Bignoniáceas, muito ornamental, com uma madeira famosa pela sua resistência e durabilidade; v Ipê-Tabaco(tecoma insignis), pertence à família das Borragináceas, sendo uma árvore de pequena estatura, cuja madeira é muito utilizada na construção civil e naval. Das espécies supracitadas deve ser destacado, sobretudo, o ipê-roxo pelas suas propriedades medicinais. O professor Accorci atribui-lhe, entre outras, virtudes anti-infecciosas, cicatrizantes, analgésicas, depurativas, diuréticas, cardiotónicas e hemostáticas, tendo sido considerado um importante agente anticancerígeno e um óptimo preventivo da leucemia. Mostra assinaláveis resultados no tratamento de gastrites, colites, úlceras gástricas, prostatites e reumatismo. O mecanismo de acção do ipê-roxo deve-se à composição em que predominam duas substâncias com marcada acção antimicrobiana: 1. Lapachol – quimicamente é 2-hidroxi-3-(Y-metil-butanil)-a- naftoquinona, um antibiótico com relevante actividade contra espécies do género Brucella, sendo ainda de grande interesse a sua acção antifúngica contra “Cr. Neoformans” e “ Hist. Capsulatum”; 2. Xipoidona – é uma naftoorquinona natural que, para alguns gérmens(“B.subtilis” 9 e 27 e “Brucella” spp.), revelou ser 10 vezes mais activa do que o Lapachol bruto. O quadro I refere os aspectos anti microbianos do Lapachol e de alguns dos seus derivados experimentais (a e b- latagona e clorohidrolapachol), bem como da xiloidona. Pode ser constatado que a actividade anti microbiana da b- latagona é relevante, sobretudo sobre alguns gérmens Gram-positivos (“B. subtilis” e “S. aureus”) e Gram-negativos do género “Brucella”. É um factor de grande importância a dependência estrutural entre a actividade biológica e as posições carbonílicas. De todas as variadas propriedades que se atribuem ao pau de arco têm particular realce as antitumorais, chegando-se a creditar algumas curas de cancros. O pau de arco tem a faculdade de aumentar os glóbulos vermelhos do sangue, eliminando as toxinas, de estimular as endócrinas e de exercer acção sobre as células, quando estas crescem de forma desordenada (mitose patogénica) opondo-se, desta forma, à formação de tumores benignos ou malignos (acção citostática). Com a devida vénia, transcrevemos o resumo do estudo sobre as propriedades antitumorais e toxicológicas do pau de arco, efectuado por um conjunto de professores do Instituto de Antibióticos da Universidade do Recife. Relativamente às propriedades antitumorais, o Lapachol apresentou inibições de 82 e de 50%, respectivamente, na dose de 100 mg/kg peso corporal, no sarcoma de Yoshida e no carcino-sarcoma de Walker 256. Pelo seu lado, a xiloidona patenteou resultados negativos na dose de 200 mg/kg no tumor de Walker 256, enquanto que a b- lapachona, na dose de 7mg/kg, no tumor de Yoshida e de Walker, manifestou uma inibição de 16,2% e de 33,54%, respectivamente. O extracto aquoso do mesmo vegetal comprovou moderada inibição face ao tumor de Walker 256 e ao sarcoma de Yoshida. Relativamente aos testes farmacodinâmicos realizados, não foram comprovadas alterações na pressão arterial, no ritmo respiratório e no íleo isolado de Cavia cobaia. Finalmente, no que se refere à acção toxicológica, determinou-se que a Dl 50 do Lapachol foi de 1600 mg/kg, em ratos albinos, e a DL 50 da xiloidona foi de 600 mg/kg, ao passo que a b- lapachona atingiu um nível da DL 50 80mg/kg. PAU DE ARCO EM FOCO (artigo publicado em spotlight – EUA) Poderá um antigo remédio popular dos índios sul-americanos curar vários tipos de cancro? Alguns médicos e cancerosos recuperados dizem que sim. Isso tem sido largamente noticiado por jornais latino-americanos – mas não nos Estados Unidos. Médicos sul-americanos estão a utilizar remédios tradicionais índios no tratamento, com êxito, de várias formas de cancro – incluindo a leucemia – e de outras doenças debilitantes, mas as notícias das curas não chegam ao conhecimento do norte-americano médio. De acordo com notícias publicadas em diversos periódicos sul-americanos, a casca interna de duas árvores sul americanas da família das Bignoniáceas é usada, com sucesso, no tratamento de várias doenças, incluindo o cancro. Enquanto o “aveloz” parece atacar isoladamente o tecido cancerígeno, uma mistura feita com a casca de “Lapacho colorado” (Tabebuia avellanedae) ou “Lapacho morado” (tabebuia altíssima) parece atacar a causa de enfermidade, segundo relatórios clínicos. “Lapacho colorado” ou “Lapacho” vermelho – nome dado devido às suas flores escarlates – cresce nas zonas quentes da América do Sul: Brasil, norte da Argentina, Paraguai, Bolívia, etc.. Era já de uso corrente pelos curandeiros índios Guarani e Tupi-Nambo muito antes da chegada dos espanhóis ao Novo Mundo. Outra denominação dos “Lapachos” é “ipê”, usada no sul do Brasil. O “Lapacho” vermelho é aí chamado “ipê roxo”. Outro nome para essas árvores é PAU D’ARCO, porque os nativos utilizavam a sua madeira para fazer os seus arcos para arremessar flechas. O “Lapacho” vermelho é vulgar nas terras baixas tropicais, ao passo que o “Lapacho morado” cresce em climas mais frios – nos Andes, por exemplo. O “Lapacho” vermelho foi descoberto pela medicina dos homens brancos há cerca de 20 anos, em Americana – um subúrbio de S. Paulo, no Brasil, - quando, no decurso de um jantar, no Rio de Janeiro, uma família paulista relatou o caso de uma rapariga sua amiga que sofria de cancro e a quem os médicos haviam preconizado pouco tempo de vida. Um seu tio contactou um curandeiro índio que lhe disse que o cancro podia ser curado com uma bebida fermentada feita com a casca de certa árvore. O indígena deu-lhe um saco com essa casca. Inicialmente, quer a jovem doente, quer os seus pais, desdenharam de tal remédio, mas, depois da rapariga ter tido um estranho sonho em que um frade lhe aconselhara tomá-lo para ficar boa. Ela decidiu-se a fazer uma experiência – as dores desapareceram. Encorajada, passou a tomar o remédio todas as manhãs; dentro de um mês, sentia-se boa e o médico assistente comunicou aos pais que nenhum vestígio de cancro fora detectado. Um dos convidados desse jantar era um médico, da vizinha cidade de Santo André, que mostrou grande interesse pela citada casca e pediu uma amostra. O Dr. Orlando dos Santos abandonou o jantar imediatamente e dirigiu-se ao hospital municipal, onde prestava serviço como assistente, em cuja enfermaria estava um canceroso, prestes a morrer, já submetido a duas operações e cujo diagnóstico era “inoperável e terminal”. Durante os seus estudos médicos, o Dr. Santos aprendera que se deve estudar metodicamente qualquer remédio empírico, como os usados por tribos índias, antes de se pensar em usá-lo, extraindo, primeiramente, a substância ou as substâncias activas da planta suspeitas de possuir valor terapêutico. Em seguida, o investigador deve ensaiar os extractos em animais de laboratório e, finalmente, em voluntários humanos. Depois, há que registar oficialmente o medicamento e interessar um laboratório farmacêutico na produção de comprimidos, xaropes, etc. Só então, quando o medicamento estiver no mercado, se poderá encarar a sua administração num paciente, caso contrário, o médico corre o risco de ser acusado de incúria e perder a sua carteira profissional. Tal é o esquema adoptado pelo Brasil e pela maioria dos países civilizados. Afortunadamente, era médico o irmão do canceroso internado no hospital municipal de Stº André, que decidiu ignorar o procedimento ortodoxo no presente caso. Ferveu a casca em vinho branco, misturou o líquido ainda quente com sumo de laranja e administrou-o ao irmão, com o estômago vazio. Como por milagre, as dores desapareceram e pode dormir profundamente. Depois de um mês de tratamento com tal esquema, o doente teve alta do hospital e não lhe foram encontrados quaisquer indícios cancerosos. Após este acontecimento surpreendente, os médicos do hospital municipal de Stº André decidiram ignorar as regras estabelecidas, para o benefício de outros doentes cancerosos, a começar pelos “terminais”. Isto aconteceu em fins de 1960. Desde então, os médicos do pequeno hospital provincial constataram que a dor manifestada pelos doentes leucémicos ou com outros cancros desaparecia horas depois de se lhes administrar a bebida feita com a casca de pau de arco. Também verificaram que, após 30 dias de tratamento com este medicamento, muitos doentes deixavam de evidenciar os sintomas da temível enfermidade. Notaram ainda que muitos outros problemas que afectavam os cancerosos – como a diabetes – desapareciam ainda mais rapidamente. Os médicos estavam estupefactos. “O Cruzeiro”, conceituada revista semanal do Rio de Janeiro, (18 e 25 de Março de 1967), publicou dois extensos artigos ilustrados sobre este remédio, com declarações de médicos que os repórteres interrogaram extensivamente. Um deles, o Dr. Prof. Walter Accorci, disse: - Da minha primeira experiência, aprendi duas importantes coisas que me encorajaram grandemente acerca do cancro: o pau de arco elimina a dor causada pela enfermidade; em segundo lugar, multiplica o Nº de glóbulos vermelhos. Esta planta cura tudo! Úlceras, diabetes e reumatismo! E o que mais nos impressionou foi o tempo que levou para curar: quase sempre menos de um mês! Um amigo meu de infância, coronel Ametes, tinha a esposa afectada por cancro intestinal. Fora operada 5 vezes em 8 meses. Logo depois de um dia de tratamento com pau de arco, ela dormiu pacificamente pela primeira vez em 8 meses e bem depressa ficou curada. O Dr. Octaviano Gaiarsa, um interno do hospital, afirmou: - Pessoalmente só acompanhei a cura de anemias e de várias úlceras, depois de 15 dias ou de um mês de tratamento. O Dr. Nardelli, director do hospital, contou-me o caso da cura de osteomielitis e de um quadro avançado de leucemia – 240 000 leucócitos por Mc de sangue. Depois de um mês de tratamento com pau de arco, o Nº de leucócitos desceu para 20 000, valor considerado normal. Qualquer tipo de vegetais, quando expostos à água e ao ambiente, fica normalmente coberto de esporos que levam à formação de fungos. Tal não acontece com o pau de arco, o que revela uma resistência invulgar. Efectuei um grande Nº de testes, sempre com o mesmo resultado.

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